Brasileiro 2026 | Destaques da Faixa-Preta Feminina — Federação de Jiu-Jitsu, Brazilian Jiu-Jitsu Federation
As melhores atletas femininas do mundo se reuniram em São Paulo, Brasil, para disputar o título do Grand Slam. O Brasileiro 2026 foi marcado por histórias incríveis, atletas de elite e ação intensa ao longo de todas as nove divisões femininas da faixa-preta. Atletas de destaque r...
Federação de Jiu-Jitsu: As melhores atletas femininas do mundo se reuniram em São Paulo, Brasil, para disputar o título do Grand Slam. O Brasileiro 2026 foi marcado por histórias incríveis, atletas de elite e ação intensa ao longo de todas as nove divisões femininas da faixa-preta. Atletas de destaque realizaram seus grandes objetivos de título e saíram com enorme confiança rumo ao renomado Campeonato Mundial.
Mayssa Bastos retornou à divisão do galo após conquistar o título pan-americano no meio-galo semanas antes. Mayssa entrou no Brasileiro como cabeça de chave entre seis atletas de alto nível. Em duas lutas, Mayssa garantiu um par de finalizações sobre Gabrielle Etzel e Jessica Caroline. Sua estreia nas semifinais foi contra Gabrielle, onde Mayssa abriu sete pontos de vantagem antes de transicionar para uma bela finalização de baratoplata. A final contra Jessica Caroline evidenciou o repertório dominante da representante da AOJ. Mayssa somou dezessete pontos sem resposta antes de finalizar com uma chave de lapela montada e conquistar seu quinto título no Brasileiro. De forma impressionante, cada um dos seus cinco títulos no Brasileiro veio em anos consecutivos, reforçando a incrível sequência da fenômeno da AOJ desde 2022. Mayssa mira superar o recorde de sexto título mundial no galo que estabeleceu na edição do ano passado. A estrela da AOJ certamente será favorita para conquistar seu sétimo título mundial no final do mês.
Ashlee Funegra continuou sua impressionante campanha em 2026 com mais um título de Grand Slam no Brasileiro. A faixa-preta estreante entrou no evento como cabeça de chave após conquistar o ouro no Europeu e a prata no Pan. Ashlee iniciou sua trajetória no Brasileiro com uma chave de lapela no primeiro round em menos de noventa segundos. Sua luta semifinal contra Vitória Assis evidenciou o incrível controle de topo e a passagem de guarda da sensação da AOJ. Ashlee somou onze pontos sem resposta antes de finalizar com uma triângulo para avançar à final. Maria Luiza aguardava Ashlee na final para uma luta altamente aguardada entre duas competidoras de elite. As duas atletas trocaram uma série de ataques, resultando em placar de 6-6 com vantagens iguais no fim do tempo. No final, Ashlee recebeu a vitória por decisão do árbitro, marcando seu segundo grande título de 2026. Durante sua trajetória no Brasileiro, Ashlee demonstrou um jogo equilibrado com destaque para a passagem de guarda dominante e pressão de topo. A jovem fenômeno da AOJ permanece invicta no nível da faixa-preta e agora mira sua primeira aparição no Campeonato Mundial no mais alto nível.
Mia Funegra completou sua estreia no Grand Slam em 2026 após uma impecável performance no Campeonato Mundial de 2025. Mia optou por subir uma divisão no Brasil, entrando na divisão do pena como cabeça de chave entre oito competidoras. A atual Campeã Mundial iniciou sua trajetória no Brasileiro com uma declaração contundente, somando cinco pontos antes de finalizar um estrangulamento brabo para avançar às semifinais. Mia passou a derrotar um talento em ascensão da JFC Almeida, Giovanah Oliveira, tomando as costas e finalizando com uma chave de lapela em pouco mais de três minutos. A final foi disputada pelas duas principais cabeças de chave da divisão pelo prestigioso título do Brasileiro. Por fim, foi a passagem de guarda incansável de Mia que levou à exposição das costas de Gabriela Pereira, abertura que Mia não desperdiçou. A fenômeno da AOJ passou para o triângulo traseiro e finalizou a luta com uma chave de braço com mais de três minutos restantes. Mia conquistou seu segundo grande título no nível da faixa-preta, aumentando as expectativas de repetir o sucesso no Campeonato Mundial ainda este mês.
Sarah Galvão chamou atenção antes do evento, tanto como dominante competidora do peso-leve quanto como potencial campeã do absoluto. Sarah iniciou sua trajetória no leve contra Julia Berte com uma vitória por chave de colarinho em dez pontos em menos de cinco minutos. A fenômeno da Atos encontrou resistência contra Randryely Souza, que jogou lasso-guard durante a maior parte da luta, resultando em uma vitória por dois pontos para Sarah. Vitoria Vieira enfrentou Sarah na final em uma luta dinâmica em que Sarah venceu por quatro vantagens. Sua trajetória no leve exibiu uma impressionante capacidade de passagem de guarda, mantendo posicionamento ofensivo constante e deixando suas adversárias na defensiva. O título de Sarah no leve do Brasileiro marcou seu quarto título de Grand Slam na temporada de 2026. A estreante sensação deixou sua marca inegável na cena internacional do jiu-jitsu e agora mira o Campeonato Mundial com a oportunidade de realizar um Grand Slam no peso-leve em 2026.
Elisabeth Clay retornou a São Paulo com o objetivo de defender o título do médio conquistado na edição do ano passado. A competidora da Six Blades vinha de um impressionante campeonato pan-americano onde conquistou a medalha de prata mesmo com uma aparente lesão. Elisabeth mostrou estar completamente recuperada no Brasileiro, completando uma trajetória de três lutas que culminou em seu terceiro título de Grand Slam no gi. Sua jornada ao ouro começou com uma bela transição de omoplata para finalização de chave de colarinho em menos de três minutos. Elisabeth prosseguiu derrotando Gisele Menezes nas semifinais com um devastador foot lock. Com o passaporte para a final assegurado, Elisabeth se preparou para uma revanche da final do Pan contra Lillian Marchand. As duas atletas de elite trocaram ofensiva até quase a marca dos cinco minutos, quando Elisabeth optou por atacar um foot lock que encerrou o confronto de alto nível. As duas fenômenos estão com 1-1 nas finais de Grand Slam nesta temporada, potencialmente preparando o terreno para uma revanche sob a pressão intensa do Campeonato Mundial. Ambas possuem uma vitória por finalização sobre a adversária, criando uma tensão inegável entre as duas melhores do médio no mundo.
Maria "Maca" Vicentini retornou ao Brasileiro após conquistar o título do meio-pesado na edição de 2025. A atleta da AOJ entrou no evento como cabeça de chave após subir ao pódio tanto no Pan quanto no Europeu. Maca iniciou sua trajetória com uma dominante finalização de nove pontos por chave de lapela tomando as costas nas quartas de final. Em seguida, ela se chocou com Giovanna Carneiro, a promessa em ascensão do GF Team, em uma semifinal entre duas jovens atletas com enorme talento. Estando dois pontos atrás com menos de um minuto restante, Maca lutou de forma agressiva saindo da posição de cinquenta-cinquenta para empatar em dois pontos. No processo, Maca acumulou vantagens suficientes para garantir a vitória e uma vaga na final contra Ingridd Alves. Maca derrotou a atleta do BJJ College na final, com a única pontuação ocorrendo por volta da metade da luta por meio de um sweep de dois pontos da representante da AOJ. O triunfo de Maca no Brasileiro certamente eleva sua confiança após ficar tão perto nos dois principais eventos anteriores da temporada. Com o recente sucesso no Grand Slam, Maca parece ser uma das favoritas para disputar o título mundial em poucas semanas.
Outra campeã do Brasileiro 2025 retornou para defender seu título. Yara Soares, da Fratres BJJ, entrou na divisão do pesado como cabeça de chave após o título no Europeu no início desta temporada. Isabely Ribeiro desafiou Yara nas semifinais, resultando em uma finalização por chave de lapela em seis pontos. Yara demonstrou sua pressão de topo dominante e a técnica elite de passagem de guarda no seu primeiro round, utilizando esse repertório para gerar diversas oportunidades de finalização, optando por encerrar com a chave de lapela. Yara enfrentou Tamiris Silva na final com o título do pesado do Brasileiro em jogo. Yara exibiu um espectro mais amplo de técnicas, incluindo sua capacidade de sweep da guarda. Ainda assim, foi a pressão de topo incansável de Yara que continuou abrindo oportunidades e forçando sua adversária a sistemas defensivos. Yara garantiu uma vitória por onze pontos a zero, marcando seu segundo título consecutivo no Brasileiro e o terceiro no total no nível da faixa-preta. Yara se prepara para retornar ao Campeonato Mundial, onde acumulou seis medalhas de prata mas ainda não chegou ao topo. É provável que Yara dispute o título mundial do pesado contra Larissa Dias ao final de maio.
Gabi Pessanha, a número um do ranking feminino global, retornou ao Brasileiro com o objetivo de conquistar seus nono e décimo títulos no evento no nível da faixa-preta. Gabi garantiu o dobro de ouros no Europeu e conquistou o título do superpesado no Pan no início desta temporada. A estrela da Infight Jiu-Jitsu iniciou sua trajetória na categoria com uma vitória por chave de tornozelo em menos de noventa segundos. Gabi enfrentou Mikaela Barros em uma final que durou menos de um minuto. Gabi puxou para a guarda, deu o sweep, atacou as costas e finalizou com um mata-leão em apenas quarenta e cinco segundos. Ao longo de duas lutas no superpesado, Gabi registrou um par de finalizações em cerca de três minutos de tatame. A fenômeno da Infight permanece intocável na categoria superpesado e é a favorita esmagadora para conquistar o título mundial nessa divisão.
O absoluto feminino gerou enorme expectativa antes do Brasileiro 2026, com muitos prevendo uma revanche na final entre Gabi Pessanha e Sarah Galvão. As duas atletas de elite tinham se enfrentado nas finais do absoluto do Pan e do Europeu, resultando em um título do absoluto para cada. Mesmo que a expectativa já não pudesse estar mais alta, ambas as atletas mantiveram uma trajetória impecável até a final. Sarah garantiu três vitórias por chave de braço, uma delas a partir de uma posição de triângulo, em três lutas para chegar à final. Gabi somou uma chave de pé, um triângulo e uma vitória por nove pontos para alcançar a final contra sua rival da Atos Jiu-Jitsu. A final mostrou a enorme pressão de topo e a elite passagem de guarda de Gabi. Após um sweep logo no início, Gabi manteve o controle da luta atacando ângulos e pesando sobre a adversária do peso-leve. A sensação da Infight somou doze pontos sem resposta no caminho para o título do absoluto e o prestígio do dobro de ouros. Sem dúvida, essa foi a performance mais dominante dos três encontros entre as duas estrelas, proporcionando a Gabi uma enorme confiança antes de uma potencial quarta final de absoluto contra Sarah nesta temporada. A saudável rivalidade entre as duas atletas vem recebendo o merecido reconhecimento como um dos maiores enredos do cenário do jiu-jitsu em 2026. Gabi celebra seu décimo título no Brasileiro em meio a um ambiente eletrizante em São Paulo, Brasil.
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Fonte: IBJJF (News) — leia o original
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